A mini-me.
O boneco de madeira que todo ateliê tem vira uma miniatura da própria Michelle · a troca acontece com IA, dirigida prompt por prompt até o take certo.
O antes e depois, em vídeo
À esquerda, o take bruto que a Michelle gravou no ateliê: a mão dela posicionando o boneco de madeira na mesa, com a lanterna acesa. À direita, o take de transformação: o boneco vira a mini-me na mesma pose, com a câmera parada. É essa troca que o processo inteiro persegue.
O canvas de trabalho, no Flora
O processo roda num canvas de nós do Flora, plataforma de criação com IA em que a Michelle é creative partner: cada cartão é uma tentativa, e as linhas mostram de onde cada versão nasceu. É aqui que a direção acontece de verdade · comparando, descartando e puxando a próxima geração da melhor anterior.

Os prompts, como foram escritos
Sem tradução e sem retoque · é assim que a direção vira instrução:
“Replace the small wooden mannequin figure on the table with a small figure of the woma…”
“Adjust the action so that after placing the wooden mannequin upright, the hand comes b…”
“Keep the exact same action the hand places the wooden mannequin, then a fingertip come…”
Os takes gerados
Dois momentos da sequência, já com a miniatura no lugar do boneco. Cada take de 4 segundos é uma rodada inteira de geração · o que não servia voltava pro canvas.



